terça-feira, 27 de dezembro de 2016

A Biologia da Crença




PRÓLOGO do livro A Biologia da Crença - Bruce H. Lipton - Ciência e espiritualidade na mesma sintonia: o poder da consciência sobre a matéria e os milagres

“Se você pudesse ser qualquer pessoa neste mundo... quem você seria?" Eu costumava passar muito tempo pensando nisso. Vivia obcecado com a fantasia de mudar de identidade, pois desejava ser qualquer pessoa menos eu mesmo.

Minha carreira como biólogo e professor universitário era promissora e fascinante, mas minha vida pessoal era um verdadeiro caos.

Quanto mais eu tentava encontrar felicidade e satisfação, mais insatisfeito e infeliz me sentia.

Com o tempo, acabei desistindo e me entregando àquela vida sem prazer. Aceitei o fato de que era meu destino viver assim e que eu deveria tentar fazer o melhor possível com o que me foi oferecido. Tornei-me uma vítima da vida e meu lema se tornou: "o que será, será".

Porém, minha atitude fatalista modificou-se radicalmente em 1985. Eu tinha deixado meu cargo na Escola de Medicina da Universidade de Wisconsin e comecei a lecionar em uma faculdade de medicina no Caribe. Então, distante do mundo académico tradicional, aos poucos minha mente passou a seguir outra linha de pensamento, fora dos padrões e crenças rígidos que até então havia seguido fielmente. Livre das concepções rígidas da ciência convencional e maravilhado com todo aquele mar azul do Caribe tive uma epifania científica que abalou todas as minhas crenças a respeito da estrutura da vida.

Tudo começou quando eu estava pesquisando os mecanismos que controlam a fisiologia e o comportamento das células. De repente, percebi que a vida de uma célula é controlada pelo ambiente físico e energético em que ela se encontra e não pelos genes. Os genes são meros modelos moleculares utilizados na construção das células, dos tecidos e órgãos. O ambiente funciona como uma espécie de “empreiteiro", que interpreta e monta as estruturas e é responsável pelas características da vida das células. Mas é a "consciência" celular que controla os mecanismos da vida, e não os genes.

Como biólogo celular, eu sabia que minhas descobertas teriam grande impacto sobre minha vida e a de todos os seres humanos. Cada um de nós é composto de aproximadamente 50 trilhões de células. Todo o trabalho de minha vida concentrou-se em entender melhor o seu funcionamento, pois sempre soube que o dia em que descobrisse exatamente como funciona uma célula eu descobriria como funciona todo o nosso organismo. Também percebi que, se
uma célula pode ser controlada pelo ambiente que a cerca, nós, os seres vivos, que temos trilhões delas também podemos ser controlados. Assim como cada célula, o destino de nossa vida é determinado não por nossos genes, mas por nossas respostas aos sinais do meio ambiente que impulsionam e controlam todos os tipos de vida.

Por um lado, minha descoberta sobre a natureza da vida foi um grande choque. Fazia quase duas décadas eu vinha programando todos os meus alunos a pensar exclusivamente dentro dos parâmetros do dogma central da biologia: a crença de que a vida é controlada pelos genes. Por outro lado, porém, minha intuição sempre havia me dito que não era bem assim que as coisas funcionavam. No fundo, sempre tive minhas dúvidas sobre o determinismo
genético.

Algumas delas surgiram ao longo dos 18 anos nos quais trabalhei no projeto de
clonagem de células para o instituto de pesquisas do governo. Mas foi somente quando me isolei do mundo académico tradicional que pude perceber a realidade com mais clareza.

Minhas pesquisas mostraram que os conceitos mais profundos do determinismo genético estavam equivocados.

Minha descoberta sobre a essência da vida não apenas confirmou minhas pesquisas como também colocou em xeque outra crença que eu vinha incutindo na mente de meus alunos: que a medicina alopática é a única que merece consideração. Quando me conscientizei da importância da energia do ambiente ao nosso redor, compreendi de maneira mais profunda e abrangente as bases da ciência e da filosofia, da medicina complementar e também a sabedoria espiritual das crenças mais antigas, e passei a ver a alopatia com outros olhos.

Aquele momento de descoberta também me abalou porque contrariou todas as minhas crenças de que meu destino era ser uma pessoa infeliz. Não há a menor dúvida de que nós, seres humanos, temos a capacidade de nos apegar a falsas crenças e a defendê-las com unhas e dentes, e os cientistas não estão imunes a isso. Nosso desenvolvido sistema nervoso, aliado a um potente cérebro, é uma prova de que nossa consciência é muito mais complexa do que o simples universo celular. Quando nossa mente se concentra em determinado assunto ou objeto, captamos e sentimos o ambiente de maneira muito mais abrangente do que as células, pois elas possuem consciência mais restrita e reflexiva do que a nossa.

Fiquei extasiado com a ideia de poder alterar meu destino modificando minhas crenças. O simples fato de perceber que este novo ramo da ciência poderia me fazer passar de mera "vítima" a "co-criador" trouxe-me grande alívio.

Já se passaram 20 anos desde aquela noite mágica no Caribe quando tive o vislumbre de realidade que modificou toda a minha vida. E as pesquisas biológicas que desenvolvi desde então só fizeram confirmar e ampliar os conceitos que compreendi naquele momento.
Vivemos hoje uma era fantástica. A ciência está se libertando de velhos mitos e estabelecendo uma nova base de crenças com relação à civilização. A crença de que somos meras e frágeis máquinas controladas por genes está sendo gradualmente substituída pela consciência de que somos os próprios geradores e administradores de nossa vida e do mundo que nos cerca.

Há duas décadas venho divulgando e apresentando esses conceitos científicos a centenas de pessoas em palestras nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. As mudanças que essas pessoas estão conseguindo fazer em sua vida com essas informações têm me trazido muita alegria e satisfação.

 Conhecimento significa poder. Consequentemente, o conhecimento sobre o ser nos dá poder sobre nós mesmos e sobre nossa vida.

E é precisamente este conhecimento que eu ofereço a você neste livro, A biologia da crença.

Espero que, ao ler estas páginas, você compreenda que muitas das crenças que impulsionam e controlam sua vida não são reais, e sim conceitos limitadores, e que passe a querer modificá-los. Ao fazer isso, você reassumirá o controle de sua vida, permitindo a si mesmo ter mais saúde e felicidade.

Sei que se trata de conceitos revolucionários, de grande impacto e também de muito poder. A partir do momento em que me conscientizei deles, minha própria vida tornou se bem mais completa. Deixei de passar o tempo todo perguntando a mim mesmo: "Se eu pudesse escolher alguém para ser neste mundo... quem escolheria?" Hoje a resposta é uma só: quero
ser eu mesmo!


segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Reconhecer-se




Não se menospreze. Eduque-se.

Não se marginalize. Trabalhe.

Não apenas administre. Obedeça.

Não apenas mande. Faça.

Não condene. Abençoe.

Não reclame. Desculpe.

Não desprimore. Dignifique.

Não ignore. Estude.

Não desajuste. Harmonize.

Não rebaixe. Eleve.

Não escravize. Liberte.

Não ensombre. Ilumine.  

Não se lastime. Avance.

Não complique. Simplifique.   

Não fuja. Permaneça.

Não dispute. Conquiste. 

Não estacione. Renove. 

Não se exceda. Domine-se.

Lembre-se: todos nós em tudo dependemos de Deus, mas os empresários de nosso êxito, em qualquer ocasião, seremos sempre nós mesmos.


Livro Respostas da Vida – André Luiz - psicografia de Chico Xavier


Jesus e os homens - Irmão X

 
 

... E o comentarista do Natal rematou a formosa alocução, com este apontamento significativo:

– Pois é, meus amigos!... Entre os homens e Jesus existem correlações que não será lícito olvidar...

E prosseguiu, sereno:

– Quando se mostram ainda ignorantes de qualquer ensinamento dele, é evidente que a animalidade primitivista lhes prepondera na formação...

– Quando dizem que a história do Senhor é simples balela, conquanto lhe conheçam os fundamentos, desejam tão só rechaçá-lo de suas existências, a fim de que não se vejam incomodados na viciação a que se afeiçoam...

– Quando afirmam que a intimidade do Eterno Benfeitor é privilégio da organização religiosa a que pertençam, querem segregá-lo no círculo de seus caprichos estreitos...

– Quando perdem a veneração pelo Arauto das Verdades Eternas, é porque fogem de conservar o respeito a sim mesmos, nos compromissos que assumem...

– Quando asseveram que o Cristo é uma criatura vulgar, à feição de qualquer outra que haja passado pelo crivo da Terra, pretendem apresentar a si próprios na suposta condição de pessoas iguais ao Cristo...

– Quando propalam que o Senhor está superado, em suas instruções para a vida espiritual, é que aspiram a inclinar os corações que os ouvem a partilhar-lhes a irresponsabilidade ou a rebeldia...

– Quando se queixam de que o Divino Mestre não lhes atende as petições, é que anseiam quebrar as leis que nos regem, na estulta presunção de se imporem a ele...

– Quando sabem quem é Jesus e lhe negam autoridade para comandar-lhes a vida, são menores de espíritos, transitoriamente acomodados no distrito dos preconceitos...

Ante a pausa que se fez natural, abeirou-se um companheiro e inquiriu:

– Caro mentor, podemos conhecer os homens que estejam em caminho certo?

O venerando amigo replicou, sem pestanejar:

– Recordemos as palavras do próprio Mensageiro Angélico, ao dizer-nos, imperturbável:

 “Se alguém quiser vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me...”. Os que transitam na estrada real da redenção revelam-se por semelhante atitude, sem embargo da seita a que pertença...

Observando que as comemorações natalinas estavam prestes a terminar, foi, então, a minha vez de consultar o admirável expositor de doutrina, sobre quem desfechei a derradeira pergunta:

– Professor, como saber, do ponto de vista espiritual, qual é a posição de cada inteligência humana, diante do Enviado de Deus?

O interpelado fixou em mim os olhos sublimes, que pareciam traspassados de raios estelares, e pronunciou a última resposta, que transmito aos que porventura me leiam, à guisa de meditação para o Natal:

– Meu amigo, pergunte a cada homem e a cada mulher do seu caminho o que pensam do Cristo de Deus, e pelas afirmações pessoais que lhe derem, você reconhecerá, de pronto, em que situação íntima se encontra cada um deles, porquanto a nossa opinião individual sobre Nosso Senhor Jesus Cristo denota imediatamente a posição em que nos achamos, no território infinito da Vida Eterna.
 
Do livro Antologia Mediúnica do Natal, obra mediúnica psicografada por Francisco Cândido Xavier.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

A maior viagem da nossa vida

Qual o meio prático mais eficaz para se melhorar nesta vida e resistir ao arrastamento do mal?
- Um sábio da antiguidade vos disse:
"Conhece-te a ti mesmo".
O L.E.
Confesso que nunca na minha vida eu me deparei com uma ferramenta de transformação pessoal tão profunda e libertadora como o autoconhecimento! É uma proposta que vem dos tempos da Grécia Antiga e que foi muito difundida pelo filósofo Sócrates, embora não seja ele propriamente o autor da frase. Consta que, na entrada do Templo de Delfos, havia a seguinte inscrição: "Ó homem. conhece-te a ti  mesmo e conhecerás os deuses e o universo."

O tema é tão relevante, que os Espíritos de Luz deram a Allan Kardec a mesma resposta quando foram questionados a respeito dos meios pelos quais o homem poderia se melhorar nesta vida e não se deixar levar pelo mal que nos ronda a cada instante (pergunta e resposta transcrita no início deste texto.

O esclarecimento espiritual nos leva a concluir que tanto o bem como o mal estão dentro de nós mesmos, assim como o caminho da vitória e o caminho da queda, o remédio que nos cura e o veneno que nos adoece, as razões que nos impelem a agir construtivamente e os motivos que nos levam a condutas destrutivas, as causas que nos fazem agir como um guerreiro invencível e as razões que nos transformam em crianças inseguras e frágeis.

Tudo está em  nosso mundo íntimo, nesse universo interior tão rico e complexo, e ainda praticamente inexplorado por nós mesmos. O homem sabe mais da Lua do que de si mesmo! Está na hora de fazermos essa viagem interior, que a muitos pode parecer destituída de efeitos práticos para a resolução dos conflitos que nos infelicitam. Ledo engano! O autoconhecimento nos permitirá descobrir tanto as fontes cristalinas das nossas potências interiores como as nascentes das águas turvas que estão minando a nossa felicidade!

Certamente, a grande dificuldadade de aceitarmos a proposta do autoconhecimento é o medo de enxergarmos nosso lado sombrio. Não é agradável constatarmos que não somos tão bons quanto imaginamos ser. Pode nos chocar descobrir que ainda temos fortes traços egoístas, orgulhosos, prepotentes, dominadores, mesquinhos, vingativos, maledicentes... Contudo,é um mal-estar necessário, pois somente a partir dele é que tomaremos conhecimento do que efetivamente somos, e não do que aparentamos para os outros ou par nós.

Autoconhecer-se é tirar as máscaras para si mesmo, é olhar serena e humanamente para as suas imperfeições, é colocar os pés no chão, é calçar o número do seu sapato, é assumir o real tamanho que se tem. Somente esse processo é capaz de curar o nosso orgulho, caus de muito sofrimento em nossa vida.

Quando eu passei a me conhecer, embora esse processo seja contínuo, logo constatei que eu tinha muitas idealizações a meu respeito. Eu queria ser o maior em tudo, o melhor em tudo, o primeiro em tudo, o perfeito em tudo, o certinho em tudo... o que me fazia uma pessoa muito orgulhosa, cronicamente insatisfeita e infeliz, porque nada me bastava, ninguém era bom o suficiente, nem eu mesmo.

E, quando eu me dei conta de que era insano exigir tudo aquilo que cobrava de mim e dos outros e de que, na prática, eu era um espírito comum, com virtudes e imperfeições, e isso estava dentro de um processo natural de crescimento, meu ego começou a desinflar, e eu passei a me aceitar do meu tamanho. Fiz as pazes com os meus inimigos interiores, conciliei os meus opostos, e pude entender melhor o que o Caetano Veloso disse em uma de suas músicas: "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é. " (Dom de Iludir)


Apesar das dores de um parto, conhecer-me tem sido muito terapêutico, pois começou a brotar em mim um pequeno filete de água chamado "humildade". Algumas ilusões chegaram ao fim, muitas guerras acabaram. Sinto-me hoje mais leve, mais tolerante comigo e com as pessoas, mais em paz com a vida, mais feliz, quem sabe. E, só por isso, já valeu ter me conhecido!

E você, está decidido a fazer a viagem mais importante da sua vida?

José Carlos de Lucca - Livro Pensamentos que Ajudam

Vozes do espírito


Deus é meu Pai.
A Natureza é minha Mãe.
O Universo é meu Caminho.
A Eternidade é meu Reino.
A Imortalidade é minha Vida.
A Mente é meu Lar.
O Coração é meu Templo.
A Verdade é meu Culto.
O Amor é minha Lei.
A Forma em si é minha Manifestação.
A Consciência é meu Guia.
A Paz é meu Abrigo.
A Experiência é minha Escola.
O Obstáculo é minha Lição.
A Dificuldade é meu Estímulo.
A Alegria é meu Cântico.
A Dor é meu Aviso.
A Luz é minha Realização.
O Trabalho é minha Bênção.
O Amigo é meu Companheiro.
O Adversário é meu Instrutor.
O Próximo é meu Irmão.
A Luta é minha Oportunidade.
O Passado é minha Advertência.
O Presente é minha Realidade.
O Futuro é minha Promessa.
O Equilíbrio é minha Atitude.
A Ordem é minha Senha.
A Beleza é meu Ideal.
A Perfeição é meu Destino.
Francisco Cândido Xavier
Livro Aulas da Vida

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Projeto em construção


A aceitação de sim mesmo tem alguma coisa a ver com humildade, com a coragem de aceitar sua própria humanidade.
Anselm Grun

Um dos principais caminhos para e ter uma autoestima adequada é desenvolver a capacidade de aceitação de si mesmo. Ninguém ama o que não aceita. Quase todos nós alimentamos uma forte sensação de autorrejeição, por não sermos aquela pessoa perfeita que gostaríamos de ser. E isso nos deixa constantemente frustrados e inseguros, sem que o amor possa nos propiciar uma experiência mais feliz de viver.

Nosso grande algoz é o orgulho, que nos faz demasiadamente pretenciosos de uma perfeição para hoje, quando essa perfeição somente poderá ser conquistada ao longo de muitas vidas, de muitas experiências e, também, de muitos tropeços.

Por isso, estou relacionando a aceitação de nós mesmos à humildade. Não basta saber que temos pontos fortes. É preciso também aceitar as nossas fraquezas e limites. Aceitar o nosso real tamanho! O orgulho nos põe no mundo do ideal e a humildade nos traz para o real. O único lugar em que as mudanças podem ocorrer.

Precisamos tirar as vendas do orgulho e nos enxergar com a naturalidade própria de um ser humano. Nem sempre agiremos com perfeição, nem sempre seremos os melhores, os mais fortes, nem sempre saberemos as respostas, nem sempre encontraremos a solução pronta para tudo. Nem sempre estaremos de bom humor, nem sempre teremos paciência. Quando tudo isso acontecer, vamos nos render à nossa condição humana, e, a partir dela, construir as pontes do nosso crescimento. Só cresce quem é humilde. O orgulhoso acha que há atingiu a patamar da perfeição e que, se algo ainda não deu certo, é porque o mundo é culpado.
Nesses momentos, a humildade nos ajuda a enfrentar a nossa ignorância. O orgulho nos faz ter ilusões de grandeza a nosso respeito, e, assim, impede que identifiquemos os nossos erros para, então, superá-los. Por isso, muitas vezes, a nossa vida trava, por mais que se tente movimentá-la para frente, pois o orgulho é como um véu que encobre as nossas imperfeições e limites, e somente quem enxerga a sua própria realidade é capaz de muda-la.

Aceitemos que não somos obra pronta. Admitamos que somos um projeto em construção e que ainda carregamos pedras disformes que, aos poucos, serão naturalmente lapidadas. E não fiquemos tão desapontados conosco, porque nem Deus deixa de nos amar e compreender um minuto sequer nos momentos em que as nossas fraquezas se escancaram! Deus sabe que é a fraqueza que um dia nos fará forte, é a ignorância que nos trará a sabedoria, é a doença que levará à saúde, é o erro que nos conduzirá à experiência do acerto! Tudo está certo na ordem divina!

Hoje, eu só posso ser o que sou. E isso é bom. Isso é permitido. Isso é humano!
José Carlos de Lucca – Pensamentos que ajudam